Podcast da Negociação 10 – 16/9/2020

Olá, este é o Podcast da Negociação, onde são aprofundados os principais temas que nós, empregados dos Correios, precisamos estar atentos neste momento tão importante e decisivo da nossa história.

Durante todo o mês de julho deste ano, os Correios tentaram negociar com as entidades representativas dos empregados os termos do Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2021. Em continuidade às ações de fortalecimento das finanças e consequente preservação da sustentabilidade da empresa, a proposta visa adequar os benefícios dos empregados à realidade do país e da estatal. A economia anual prevista com a redução dos privilégios é da ordem de R$ 800 milhões, valor que bastaria para, em apenas três anos e com fluxo estável de receitas, cobrir o prejuízo acumulado de R$ 2,4 bilhões.

Em contraposição, os sindicatos exigiram a manutenção dos termos determinados no dissídio anterior, recusando-se a abrir mão dos benefícios concedidos em tempos de prosperidade. Sobre o assunto, a empresa defende ser imprescindível que acordos coletivos reflitam o contexto em que são produzidos. Ao mesmo tempo em que os Correios devem manifestar a disponibilidade para repartir lucros com seus empregados, não podem conTodos os poststribuir para a sua falência ou com a acumulação de prejuízos.

Além de afetar a imagem da instituição e de seus empregados perante a sociedade, as paralisações da maior empresa de logística do Brasil, sobretudo no contexto atual, trazem prejuízos financeiros não só à própria estatal: inúmeros empreendedores brasileiros dos mais diversos portes contam conosco para manterem seus negócios ativos.

Os Correios têm buscado encontrar o equilíbrio entre a recuperação financeira, após anos de dilapidação dos seus recursos, e a manutenção de empregos, salários e direitos dos seus empregados. Após sofrerem por um longo período com a falta de governança e a corrupção, os Correios tiveram seu histórico agravado severamente por sucessivas greves.

Para que a empresa permaneça firme no caminho da recuperação econômica, os erros das gestões passadas exigem, hoje, medidas duras e sacrifícios. Mais do que nunca, os Correios precisam de capital para investir e competir em pé de igualdade com as outras empresas do ramo, que se reinventam sempre no ritmo do mercado. Só assim será possível se estabelecer como a melhor opção do mercado, competindo de forma igualitária com outros gigantes logísticos e, por fim, garantir a sustentabilidade da empresa.

Os Correios aguardam o retorno dos empregados que aderiram ao movimento paredista antes do julgamento do dissídio coletivo, marcado para o próximo dia 21 de setembro. Cientes da nossa responsabilidade para com a sociedade, todos nós somos indispensáveis para a prestação de serviços essenciais à população, em um momento tão delicado para o país e o mundo.

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Correios aguarda julgamento do dissídio

Na tarde desta sexta-feira, dia 11, os Correios e as representações sindicais participaram de audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília (DF). Como não houve consenso, a ministra Kátia Magalhães Arruda, designada relatora do dissídio coletivo, marcou o julgamento da ação para o próximo dia 21.

Os Correios seguem trabalhando para reduzir os efeitos da paralisação parcial. Durante o último fim de semana e feriado de Dia da Independência, os empregados das áreas administrativa e operacional estiveram mais uma vez unidos em prol de manutenção dos nossos serviços. Nas últimas quatro semanas, seguindo o plano de continuidade do negócio, já foram mais 187 milhões de objetos postais, entre cartas e encomendas, entregues em todo o país.

Desde o início da negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2021, a empresa tem sido transparente sobre a sua situação econômico-financeira, agravada pela crise mundial causada pela pandemia de Covid-19. Situação, inclusive, que vem sendo reiterada ao TST, que julgará a ação de dissídio.

Os Correios agradecem os esforços dos empregados que se mantêm firmes no propósito de servir à sociedade e ao país, e contam com o retorno ao trabalho daqueles que ainda estão em greve. A questão encontra-se em juízo e será resolvida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). É importante relembrar que a empresa tem preservado empregos, salários e todos os direitos previstos na CLT, bem como outros benefícios concedidos aos trabalhadores.

Continue acompanhando os informativos institucionais da empresa para saber tudo que envolve os nossos direitos e fique atento à veiculação de mensagens falsas. O que está em jogo é a sobrevivência dos Correios e o nosso futuro profissional. Pense nisso!

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Podcast da Negociação 9 – 2/9/2020

Olá, este é o Podcast da Negociação, onde são aprofundados os principais temas que nós, empregados dos Correios, precisamos estar atentos neste momento tão importante e decisivo da nossa história.

Mesmo com a paralisação parcial, a maioria dos empregados demonstra que, juntos, somos essenciais para aproximar o Brasil. Tanto o efetivo operacional quanto o administrativo estão trabalhando de segunda a sexta-feira, e nos mutirões dos finais de semana, para minimizar os impactos à população.

Os Correios agradecem os esforços dos empregados que se mantêm firmes no propósito de servir à sociedade e ao país, e contam com o retorno ao trabalho daqueles que ainda estão em greve. A questão encontra-se em juízo e será resolvida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). É importante destacar que o tribunal concedeu liminar determinando que a categoria profissional mantenha contingente mínimo de 70% dos trabalhadores em cada unidade, calculado sobre o quantitativo de trabalhadores efetivos que estavam trabalhando presencialmente no dia 14 de agosto de 2020, além de se abster de impedir, nas referidas unidades, o livre trânsito de bens, pessoas e cargas postais. Fixou, ainda, a multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento das determinações.

Desde o início da negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2021, a empresa tem sido transparente sobre a sua situação econômico-financeira, agravada pela crise mundial causada pela pandemia de Covid-19. Situação, inclusive, que vem sendo reiterada ao TST, que julgará a ação de dissídio.

É importante relembrar que os Correios têm preservado empregos, salários e todos os direitos previstos na CLT, bem como outros benefícios concedidos aos trabalhadores.

Continue acompanhando os informativos da empresa para saber tudo que envolve os nossos direitos e fique atento à veiculação de mensagens falsas. O que está em jogo é a sobrevivência dos Correios e o nosso futuro profissional. Pense nisso!

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Correios: fim da paralisação é essencial para empreendedores e população

Desde o início da negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2021, os Correios têm sido transparentes sobre a sua situação econômico-financeira, agravada pela crise mundial causada pela pandemia de Covid-19. Conforme já amplamente divulgado, a empresa não tem mais como suportar as altas despesas, o que significa, dentre outras ações que já estão em andamento, discutir benefícios que foram concedidos em outros momentos e que não condizem com a realidade atual de mercado, assegurando todos os direitos dos empregados previstos na legislação.

A paralisação parcial em curso somente agrava esta situação. A intransigência das entidades representativas, que tornaram a greve uma prática quase anual, está prejudicando não só o funcionamento da empresa, mas, essencialmente, a população brasileira.

Isso porque se trata, também, de uma questão de saúde pública: famílias podem ser impactadas com a espera de remédios e produtos de saúde, enquanto aguardam o desenrolar da paralisação. Os Correios transportam, ainda, materiais biológicos – como amostras de sangue, por exemplo – para detecção de doenças e análises clínicas para secretarias de saúde e laboratórios em todo o país.

Sobre esta categoria de objetos, destacam-se o envio mensal de leite em pó (cerca de 300 mil latas), medicamentos (mais de 100 mil itens), 7 mil testes do pezinho, dentre outros tipos de materiais, que somam mais de 425 mil objetos desta natureza por mês, contabilizados somente os clientes com contrato, fora as postagens que ocorrem diretamente nas agências.

Além disso, empreendedores estão sofrendo impactos nos negócios, tendo em vista que dependem dos nossos serviços para conseguirem se manter com a pandemia. A economia brasileira está sendo afetada como um todo.

Não podemos esquecer o gasto emergencial gerado com a paralisação, clientes que podem ser perdidos, enfim, todo o desgaste da credibilidade de nossa empresa, que vinha demonstrando todo o seu valor neste momento tão difícil para o Brasil e o mundo.

Diante de toda essa situação, amplamente exposta nos últimos meses, a empresa aguarda o julgamento do Dissídio de Greve pelo tribunal para por fim ao impasse. Vale ressaltar que os Correios têm preservado empregos, salários e todos os direitos previstos na CLT, bem como outros benefícios do seu efetivo.

A empresa confia no compromisso e responsabilidade de seus empregados com a sociedade e com o país, promovendo o retorno ao trabalho das pessoas que ainda se encontram em greve, já que a questão encontra-se em juízo e será resolvida pelo TST. O que está em jogo é a sobrevivência dos Correios e o nosso futuro profissional. Pense nisso!

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Manutenção de liminar e ajuizamento de dissídio

Na última sexta-feira, dia 21, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram, por unanimidade, pela manutenção de liminar impetrada pelos Correios. Desta forma, a Sentença Normativa do Tribunal Superior do Trabalho (TST) não tem mais vigência.

Tendo em vista que não houve acordo com as entidades representativas, mesmo os Correios tendo se colocado à disposição para negociar o ACT durante todo o mês de julho de 2020, e que foi decretada paralisação parcial, a empresa ajuizou nesta terça-feira (25) o Dissídio Coletivo de Greve no Tribunal Superior do Trabalho. Acompanhe todas as informações nos veículos de comunicação interna e no Blog dos Correios.

Os Correios têm preservado empregos, salários e todos os direitos previstos na CLT, bem como outros benefícios, como o auxílio-creche e os tíquetes refeição e alimentação, em quantidades adequadas aos dias úteis no mês, de acordo com a jornada de cada trabalhador. A empresa aguarda o retorno dos trabalhadores que aderiram ao movimento paredista o quanto antes, cientes de sua responsabilidade para com a população, já que agora toda a questão terá seu desfecho na justiça.

Mutirões de fim de semana

Os Correios realizaram, neste fim de semana, nos dias 22 e 23 de agosto, a entrega de mais de 1,2 milhão de cartas e encomendas em todo o país. A ação, que contou com o reforço de empregados da área administrativa e de veículos extras, entre outras iniciativas do plano de continuidade da empresa, também foi responsável pela triagem de 4,7 milhões de objetos postais. O ritmo das entregas prossegue durante a semana, de forma a manter a qualidade operacional e minimizar o impacto aos clientes.

Para o presidente dos Correios, Floriano Peixoto, a ação demonstra a preocupação dos empregados com toda situação que vivemos no momento. Segundo o dirigente, este é um período de superação, onde é necessário unirmos forças para continuar ajudando a população, que tanto precisa de nós. A paralisação parcial traz prejuízos financeiros não só à nossa empresa, mas a inúmeros empreendedores brasileiros, além de afetar a imagem da instituição e de seus empregados perante a sociedade.

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Correios reforça entregas e garante serviço postal à população

Os Correios permanecem firmes nas estratégias para continuar servindo à população. Neste fim de semana, com objetivo de minimizar os impactos da paralisação parcial, a empresa realizará mutirões de entregas em todo o território nacional.

Conforme o Plano de Continuidade do Negócio, medidas como o deslocamento de pessoal do administrativo para auxiliar na operação, o remanejamento de veículos e a realização de mutirões estão sendo adotadas para garantir o fluxo postal. A expectativa é realizar a entrega de um volume 4 vezes maior de encomendas, nos fins de semanas.

Os mutirões e outras iniciativas são possíveis devido aos esforços da grande maioria dos empregados, que estão comprometidos em atender aos brasileiros nesse momento em que mais precisam. Os Correios reconhecem o empenho dessas pessoas, que tanto têm trabalhado para manter as entregas em dia e a satisfação dos nossos clientes, mesmo em momentos adversos.

O movimento paredista agrava ainda mais a debilitada situação econômica dos Correios. Além do gasto emergencial realizado durante o período, clientes podem ser perdidos, desgastando a credibilidade desta instituição secular, essencial para a população, que vinha demonstrando todo o seu valor neste momento tão difícil para o Brasil e o mundo.

Diante deste cenário, a instituição confia no compromisso e responsabilidade de seus empregados com a sociedade e com o país, para trazer o mínimo de prejuízo possível para a população. O que está em jogo é a sobrevivência dos Correios e o nosso futuro profissional. Pense nisso!

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Correios continua operando em todo o país, com 83% do efetivo

A rede de atendimento dos Correios está aberta em todo o país, ofertando os serviços e produtos da empresa. Levantamento parcial, realizado na manhã desta quarta-feira, dia 19, mostra que 83% dos empregados prosseguem trabalhando regularmente.

A postagem de cartas e encomendas, inclusive SEDEX e PAC, continua sendo realizada e as entregas estão ocorrendo em todos os municípios. Os índices de qualidade estão sendo monitorados e a empresa está atuando para reforçar o fluxo postal.

A proposta da empresa, que tem respaldo da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST), bem como das diretrizes do Ministério da Economia, não retira nenhum direito dos empregados. O que ocorre é a adequação dos benefícios que extrapolavam a CLT e outras legislações, de modo a alinhar a estatal ao que é praticado no mercado.

Os vencimentos, por exemplo, foram resguardados. A título de comparação, a diferença entre os contracheques do mês de julho, antes do ajuste dos benefícios, e de agosto, quando foram aplicados os novos valores, foi de menos de R$ 50,00, para 94% dos empregados.

É sempre bom reforçar que os trabalhadores continuam tendo acesso a benefícios como o auxílio-creche, para dependentes com até 5 anos de idade. Estão mantidos ainda – aos empregados das áreas de Distribuição/Coleta, Tratamento e Atendimento -, os respectivos adicionais, dentre outros direitos.

É necessário que todos sejam responsáveis pelo reequilíbrio do caixa financeiro da empresa. Em parte, isso significa repensar a concessão de benefícios que extrapolem a prática de mercado e a legislação vigente. Assim, temos dois grandes objetivos: a sustentabilidade da empresa e a manutenção dos empregos.

O movimento paredista agrava ainda mais a debilitada situação econômica dos Correios. Além do gasto emergencial realizado durante o período, clientes podem ser perdidos, desgastando a credibilidade desta instituição secular, essencial para a população, que vinha demonstrando todo o seu valor neste momento tão difícil para o Brasil e o mundo.

Diante deste cenário, a instituição confia no compromisso e responsabilidade de seus empregados com a sociedade e com o país, para trazer o mínimo de prejuízo possível para a população. O que está em jogo é a sobrevivência dos Correios e o nosso futuro profissional. Pense nisso!

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Paralisação parcial de empregados

Durante o mês de julho de 2020, os Correios se colocaram à disposição das representações dos empregados, no intuito de esclarecer qual é a realidade da empresa e assinar o Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2021. Este objetivo foi perseguido em todo o período de negociação, acompanhado de um intenso trabalho de comunicação, detalhando toda a situação financeira e os desafios que temos pela frente perante um mercado cada vez mais competitivo.

Os Correios fizeram divulgações internas recorrentes e claras sobre a proposta, que sempre foi de manutenção dos direitos e adequação dos benefícios que extrapolavam a CLT e outras legislações, de modo a alinhar a empresa ao que é praticado no mercado. Todas essas informações foram replicadas também no Blog dos Correios, de modo que o empregado possa acessar a comunicação oficial de qualquer lugar. Mesmo assim, diversas comunicações inverídicas e descontextualizadas foram veiculadas, com o intuito de provocar confusão nos empregados acerca dos termos da proposta.

É sempre bom reforçar que os trabalhadores continuam tendo acesso a benefícios como o auxílio-creche, para dependentes com até 5 anos de idade. Os tíquetes refeição e alimentação também continuam sendo pagos, conforme previsto na legislação que rege o tema, sendo as quantidades adequadas aos dias úteis no mês, de acordo com a jornada de cada empregado: 22 tíquetes para quem trabalha de segunda a sexta-feira e 26 tíquetes para os empregados que trabalham inclusive aos sábados ou domingos.

Estão mantidos ainda – aos empregados das áreas de Distribuição/Coleta, Tratamento e Atendimento -, os respectivos adicionais, dentre outros direitos.

Vale ressaltar que, desde o início da pandemia, a empresa adotou medidas para proteger o efetivo, destacando-se o redirecionamento de empregados classificados como grupo de risco para o trabalho remoto – bem como aqueles que coabitam com pessoas nessas condições –, sem qualquer perda salarial.

Mesmo com todo esse trabalho de conscientização sobre a situação financeira e de proteção à saúde dos empregados, as representações deram início ao movimento paredista nesta segunda-feira, dia 17. Levantamento parcial, realizado na manhã de terça-feira, mostra que 83% do efetivo total dos Correios no Brasil está trabalhando regularmente, consciente do seu papel e dos riscos que a empresa corre com uma greve.

O movimento paredista agrava ainda mais a debilitada situação econômica dos Correios. Além do gasto emergencial realizado durante o período, clientes podem ser perdidos, desgastando a credibilidade desta instituição secular, essencial para a população, que vinha demonstrando todo o seu valor neste momento tão difícil para o Brasil e o mundo.

Diante deste cenário, a instituição confia no compromisso e responsabilidade de seus empregados com a sociedade e com o país, para trazer o mínimo de prejuízo possível para a população. O que está em jogo é a sobrevivência dos Correios e o nosso futuro profissional. Pense nisso!

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Disponibilização de prévia do contracheque

A empresa disponibilizou, nesta sexta-feira, dia 14, a prévia do contracheque de agosto de 2020 para consulta dos empregados. Os valores dispostos no arquivo já consideram as alterações propostas pela empresa durante as negociações do ACT 2020/2021. Nesta prévia ainda não constam os lançamentos dos empréstimos consignados e contribuições (Postalis, bancos, dentre outras instituições).

A medida é mais uma iniciativa dos Correios no sentido de dar transparência a todas as suas relações, esclarecendo e desmistificando os boatos e informações inverídicas que têm circulado desde o início das negociações.

Para consultar a prévia do contracheque, os empregados devem acessar o aplicativo Sou Correios ou o Espaço do Empregado, RH 24 Horas, na Intranet. Em ambas as plataformas é possível pesquisar por arquivos de meses anteriores, o que facilita a comparação entre os valores pagos em diferentes períodos.

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Emissão de novas portarias

Nesta quarta-feira, dia 5 de agosto, foram assinadas novas portarias para regulamentar temas que estariam presentes nas cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2021. Apesar de não ter havido acordo, a empresa continua trabalhando para garantir os benefícios aos empregados, conforme previsto em legislação, mesmo após o término da vigência da Sentença Normativa, norma coletiva que regulamentava as relações de trabalho nos Correios.

Saiba quais são as novas portarias:

Portaria nº 4 – Normatiza o repasse das mensalidades dos sindicatos, sendo os pedidos de filiação e desfiliação encaminhados pelo empregado diretamente ao sindicato, com repasse posterior das informações à empresa pela entidade sindical;

Portaria nº 5 – Regulamenta os prazos para entrega de atestados médicos/odontológicos para a chefia imediata, sendo de dois dias úteis contados a partir da data de emissão do documento. Também poderá haver a apresentação por meio eletrônico, com posterior entrega da via original. Os prazos estão fixados na portaria;

Portaria nº 6 – Trata do pagamento e desconto de multas de trânsito, de acordo com as orientações do documento;

Portaria nº 7 – Este documento se refere aos descontos nos contracheques dos empregados – consignações em folha de pagamento. A portaria define quais são os tipos de consignação e a ordem de prioridade de desconto;

Portaria nº 8 – Regulamenta a concessão de Vale-transporte, ou o seu valor correspondente, por meio de pagamento antecipado em dinheiro ou meio eletrônico, para utilização no trajeto residência-trabalho e vice-versa.

Os direitos continuam sendo concedidos de acordo com o que está previsto na CLT e legislações que regem o tema, conforme já informado anteriormente em vários comunicados. O Anuênio continua sendo pago, conforme praticado.

Conheça os documentos: Portaria 04, Portaria 05, Portaria 06, Portaria 07 e Portaria 08.

Continue acompanhando os informativos da empresa para saber tudo que envolve os nossos direitos e fique atento a mensagens falsas. O que está em jogo é a sobrevivência dos Correios e o nosso futuro profissional. Pense nisso!

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