Mais dois sindicatos abandonam a greve

Os sindicatos de Minas Gerais e de Sergipe decidiram, em assembleia, por sair do estado de greve na manhã de hoje (16). Apenas o sindicato do Rio Grande do Sul continua a paralisação.

No período da tarde haverá assembleia naquele estado para decidir se os trabalhadores voltam ao trabalho. Já em Roraima, os empregados votam pela aceitação ou não da proposta de acordo.

A empresa fez o seu esforço máximo para chegar ao acordo, de forma que os trabalhadores tenham tranquilidade para realizar o seu trabalho. Os Correios contam com a presença dos empregados para dar continuidade aos serviços, tão essenciais aos nossos clientes, brasileiros e brasileiras pelo país afora.

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18 respostas a Mais dois sindicatos abandonam a greve

  1. SABRINA disse:

    Haverá reajuste na TABELA de funções este ano, já que ano passado as mesmas não foram reajustadas?

  2. Édipo disse:

    Isso é mentira!!! O sindicato de minas gerais em assembléia pela manhã decidiu em manter o estado de greve!!! É um absurdo a empresa tentar desmoralizar um sindicato que é pautado na luta em defesa da categoria! Espero que essa farsa acabe o quanto antes!!! Peço ao administrador desse blog que retire o post por informações inverídicas!!!

  3. zeca disse:

    Como sabemos , gerentes de agência cat. V e VI ganham gratificações muito inferiores às outras categorias.Será que terá algum reajuste nessas gratificações?

  4. zeca disse:

    E o abono pecuniário? A ECT soltou um memorando há pouco tempo retirando os 70% dos 10 dias vendidos. Como ficou essa questão?

  5. Diego disse:

    E o reajuste na função?
    Ano passado barraram 5%…. Acumulando são 15% de defasagem.

  6. Esperança disse:

    Terá aumento nas funções ?, alguem saberia dizer.

  7. Robério Sanches disse:

    Função? Na análise da empresa sobre como reduzir custos, um dos temas tratados foi:

    Redução DE CUSTOS COM FUNÇÕES

    • Robério Sanches disse:

      Desculpe a sinceridade, mas Previdência Social e Plano de Saúde sempre será deficitário.

      É um direito que sempre dará prejuízo.

      Então devemos escolher:

      Queremos que ele quebre? porque nem o tio FHC, Tio Lulinha, Tia Dilma ou Tiozão Temer vão pôr dinheiro no nosso plano de saúde.

      Lembram da frase da senadora Gleise Hoffman? É isso que os políticos (independente de partido) pensam do nosso plano de saúde: “tá doente? Usa o SUS. Por que devemos cobrar mais caro da carta simples, SEDEX do cidadão para bancar o plano de saúde de apenas 300.000 pessoas?”

      Vc pode discordar, xingar, mas o governo e principalmente os usuários dos nossos serviços pensam assim.

      Cabe aí refletir.

      Prestamos um serviço público e monopólio (carta), portanto, diferentemente da CEF que paga plano de saúde, mas o usuário do serviço pode escolher o BB, Bradesco, Itaú, nos Correios o envio de carta não é opcional.

      • Andre disse:

        É hipocrisia querer que uma empresa com finalidade social dê lucro, então que se feche as agências deficitárias, por exemplo, ou então que se pare de reclamar de custos acima de receitas, o que não pode ser é o funcionário pagando essa conta, seja com salários baixos, ou seja perdendo direitos.

        • Robério Sanches disse:

          Verdade André.

          A empresa precisa imediatamente repensar custos excessivos.

          O DDA por exemplo é uma excelente possibilidade.

          Para quê entregar carta todo dia? Quase todas as empresas já estão encaminhando cobranças com 15 dias de antecedência.

          Fusão de CDDs, para redução de custos.

          Fusão de ACs, tbem para resução de custos.

          Fechamento de UDs, centralizando em CDDs, para redução de custo.

          Triagem totalmente automatizada, sem operação manual.

          Enfim, esse papo de “finalidade social” era para a década de 80 e 90. Hoje ou se gasta menos do que arrecada, ou temos que ficar mendigando para os presidentes para “Por favor, não privatize, pois o que será de nós?”

          Tá na hora de acordarmos.

  8. FRED disse:

    Há boatoas de que haverá redução de 15% a 20% no orçamento destinado para funções.

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