Investimento dos Correios em logística de encomendas é destaque na revista Valor Setorial

O Presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira, e o vice-presidente de Negócios, José Furian Filho, concederam entrevista à revista Valor Setorial – Logística, do jornal Valor Econômico (SP), sobre o crescimento do setor de encomendas expressas e os investimentos que a empresa fará, até 2015, nas áreas operacionais e de infraestrutura.

Comentaram, também, sobre os investimentos que já foram realizados em 2011, o novo perfil do mercado e o incremento do e-commerce.

Leia a matéria aqui.


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14 respostas a Investimento dos Correios em logística de encomendas é destaque na revista Valor Setorial

  1. Bartolomeu Augusto Moreira disse:

    os mercados centrais estão em franca recuperação EUA e Europa, não adianta se iludir.

  2. JR disse:

    Ótima notícia… e animadora também. “Faturamento e Inovação”, é disso que a ECT está precisando. Que esse negócio tem crescido todo mundo sabe, dos investimento todo mundo ouve falar, as melhorias ainda esperamos, principalmente aqui no Norte. Logística… funcionários suficientes, e universalização já!!!

  3. Juliana Bosco disse:

    Tomara que não fiquemos apenas no discurso da modernização..até o momento só discurso,
    o que foi feito de concreto? em termos de logistica, tecnologia, pessoal..etc até esse momento,
    não só estudos, levantamentos, planejamentos…

  4. JR disse:

    Ainda assim, vemos que os investimentos previstos tem destino setorial, prevendo no final apenas o crescimento da demanda pontecial criada com a evolução do setor de vendas de grandes empresas. Não consigo perceber dentro da animadora “especulação” da ECT, fazer investimentos na contratação de pessoal suficiente e consequentemente trazer melhorias para o atendimento externo, o que vejo é a subjetivação de LUCRO “$”, com aumento de vendas (serviços) que sem dúvidas virá para detrimento da qualidade.

  5. Carlos Reike disse:

    Primeiro cogitou-se a compra de aeronaves próprias. Depois parceria no Trem Bala – ambos não sairam do papel. Agora se fala em empresa classe mundial, embora apresente deficiência no mercado interno.

    O mercado esta ai, as demandas existem e há tendência de crescimento. A concorrência interna e externa buscam posicionamento. Enquanto isso os Correios vendem titulos de capitalização, cds de determinado hospital, dilatam os prazos, reduzem valores das indenizações, entre outras. Perdão pela minha ignorância, mas parafraseando William Shakespeare, em Hamlet, “Há algo de podre no reino da Dinamarca”.

  6. Ney Pereira disse:

    Nada sobre contratações. Os milhões investidos com MOTS também não foram citadas.

  7. Joaldo disse:

    Seria muito bom se todas essas falácias,fossem colocadas em prática.
    Se é burocracia ou a falta de vontade não sei,só sei que há um simples gargalo a ser resolvido na área operacional,que é a falta de bolça para carteiro,o qual está todos os dias diante dos clientes, com uma bolça rasgada,representando a E.C.T, e não há perspectivas de que esse pequenino problema seja resolvido.
    Como nós funcionários, podemos acreditar que no MACRO será resolvido ,se no MICRO continua insolúvel?
    Imagine sermos uma empresa de classe mundial…

  8. Independiente disse:

    Essas noticias soaram como cancoes de ninar nos ouvidos dos mais desavisados, pois ate o momento nao vimos nada de concreto. Quer seja na linha ou na ponte aérea, cade?

    Até os 2,8 bi do Banco Postal estao “parados” em algum lugar, esperando algum motivo para saírem de lá. Alguns até disseram que esses “bi” seriam para o famoso “trem-bala”, que até o momento ninguém viu, ninguém sabe se vai acontecer. Como dizem os mineiros: “Que trem é esse, sô?”.

    A conferir!

  9. Independiente disse:

    Joaldo,

    A sua referência de MICRO e MACRO sintetiza muito bem uma certa utopia existente na mente de alguns idealizadores. O precisamos nesse empresa é de PRAGMÁTICOS, não apenas de reles sonhadores.

  10. Juliana Bosco disse:

    Coitado dos MTOs, a empresa contratada não paga em dia, só depois de muita
    reclamação, isso deixa o nome dos correios sujo..

    E os concursados?

  11. Vivi disse:

    Nada de concreto? Cito algumas coisinhas:
    – contratação de 9.190 pessoas em um dos maiores concursos da história do Brasil (o que não acontecia a muito tempo)
    – compra de 6.000 veículos (o que não acontecia a muito tempo)
    – lançamento do Sedex 12 (a qto tempo a ECT não lançava um serviço novo?)
    – aprovação de legislação que amplia o horizonte da empresa e que estava a pelo menos uns cinco anos engavetada
    – Acordo para pagto de PLR (o que não acontecia a muito tempo)

    entre outras. Mais concreto que isso, só comprando um saco de cimento!

  12. Ricardo disse:

    Bom dia!!

    Que esse é um tema que deve ser discutido, sem dúvidas!! Mas tanto investimento sem dar condições para se realizar com qualidade esse serviço, é um prato cheio para a concorrência. Unidades super-lotadas, poucas viaturas e poucos funcionários, muita cobrança e pouco incentivo. Falta de treinamento, já que a empresa quer entrar nesse campo, deve-se qualificar os empregados. Unidades onde as viaturas tem que dar conta de encomendas, telegramas, sedex 10, DA, GU, coleta de malotes e logísticas!!! Simplesmente é demais, unidades trabalhando até as 20 Hs, todos os dias. Já que queremos oferecer um serviço de qualidade à nossos clientes externos, devemos também olhar com mais carinho para nossos clientes internos, nós mesmos!! Até quando vamos aguentar essa sobrecarga!! Se as Diretorias olhassem para as unidades pequenas, iriam notar a falta de comprometimento da empresa com estes colaboradores, ou nestas unidades não se leva o nome dos Correios???

  13. Juliana Bosco disse:

    esqueceu de mencionar que de concreto tbm ..muitas funções foram criadas

  14. Independiente disse:

    Sem confundir ou misturar o assunto. Aqui estamos falando do trem-bala e do avioes que, de concreto, ainda nao vimos nada.