Comissão Paritária para Melhorias no CorreiosSaúde

A Comissão Paritária para Melhorias no CorreiosSaúde esteve reunida na semana passada, em Brasília. As representações dos trabalhadores e da empresa concluíram a discussão dos temas Ambulatórios e Plano Benefício Medicamento (PBM).

Houve consenso em três propostas de melhorias para o tema Ambulatórios e uma para o PBM:

  • Reestruturar o modelo assistencial dos ambulatórios, com atuação na atenção integral à saúde, na saúde ocupacional, na saúde da família e nas demandas espontâneas;
  • Definir e implantar programas de saúde que contemplem a saúde mental, a saúde ocupacional e a saúde da família a partir da análise das demandas, com a participação das Representações Sindicais;
  • Reduzir o prazo para implantação dos ambulatórios a partir do planejamento da implantação definido com a participação das Representações Sindicais;
  • Implementar ações para avaliar a utilização do PBM, de forma a direcionar o melhor uso do benefício.

O encerramento das atividades da comissão ocorrerá nas próximas semanas, quando haverá a finalização do tema Custeio do Plano de Saúde.

Preservar o CorreiosSaúde é responsabilidade de todos.

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Proposta de custeio do CorreiosSaúde é apresentada na comissão

A Comissão Paritária para Melhorias no CorreiosSaúde está trabalhando desde o mês de outubro de 2016. As representações da empresa e dos trabalhadores já discutiram melhorias em diversos assuntos ligados ao plano de saúde, com propostas já formuladas para avaliação. Entretanto, nenhum assunto é mais sensível do que o custeio do plano.

Todo o trabalho da comissão está sendo desempenhado com a máxima transparência, de forma que as representações e os trabalhadores tenham ciência do grave cenário pelo qual a empresa passa e, consequentemente, o plano. A forma atual de custeio do CorreiosSaúde compromete a sua sustentabilidade e agrava a situação da empresa. Essa situação deixa o plano em situação delicada perante a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Considerando todo esse contexto, a representação dos Correios apresentou, na tarde desta quinta-feira, dia 5, a proposta inicial de financiamento do plano, diferente do modelo atual. A exemplo de outros planos de saúde vigentes no mercado, o custeio será composto de mensalidade e coparticipação.

A proposta dos Correios é de que seja cobrada uma mensalidade, por beneficiário, titular e dependente, para cobrir o valor gasto com assistência médico-hospitalar e odontológica.

A ideia é continuar oferecendo plano de saúde para todos os empregados, aposentados e seus dependentes, porém, com grau de subsídios diferentes para os dependentes pai e mãe em relação aos demais.

Para os empregados, aposentados e seus dependentes legais, excluindo pai e mãe, a proposta é de um custeio paritário, ou seja, a despesa será dividida entre trabalhadores e empresa no seguinte formato: Mensalidade por faixa etária, conforme normas da ANS, e faixa de renda. Clique AQUI.

Além da mensalidade, a proposta prevê a cobrança, para os empregados, sobre os procedimentos ambulatoriais, de 30% em consultas e 10% sobre exames e terapias. Internações não terão, pela proposta, incidência de compartilhamento. Exemplos de coparticipação para alguns procedimentos podem ser visualizados clicando AQUI.

Já para os beneficiários pai e mãe, a proposta é de que o valor de mensalidade seja escalonado, durante 10 anos. Os Correios financiariam o plano, no primeiro ano, na proporção de 90%, ou seja, os empregados contribuiriam com apenas 10% da mensalidade. Anualmente, a taxa de financiamento dos empregados aumentaria na proporção de 10 pontos percentuais, ou seja, no segundo ano, a empresa será responsável por 80% do financiamento, já no terceiro 70%, até que toda a despesa seja completamente assumida pelos empregados.

Clique AQUI e veja como ficaria a mensalidade de acordo com a proposta apresentada pelos Correios para o ano de 2017.

Além da mensalidade, a proposta prevê compartilhamento nos mesmos moldes do plano dos empregados, aposentados e dependentes, ou seja, 30% em consultas e 10% sobre exames e terapias. Internações não terão, pela proposta, incidência de compartilhamento.

Preservar o CorreiosSaúde é responsabilidade de todos.

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