Audiência de conciliação no TST

Foi realizada, na tarde desta quinta-feira (22), no Tribunal Superior do Trabalho (TST), audiência de conciliação entre os Correios e os representantes dos trabalhadores sobre o custeio do plano de saúde. Após ouvir todos os interessados, o ministro relator do processo, Aloysio Corrêa da Veiga, que presidiu a audiência, apresentou proposta para ser avaliada entre as partes.

A empresa se comprometeu a analisar o texto e a se manifestar nesta sexta-feira (23) sobre os termos da proposta. Aos representantes dos trabalhadores, o ministro concedeu prazo até o dia 6 de março para que se manifestem. Caso não haja consenso, a pauta irá para julgamento no TST no dia 12 de março.

Confira os termos da proposta:

– Quanto à gestão do plano de saúde, os beneficiários poderão indicar os seguintes cargos: um membro da Diretoria-Executiva (dentre os quatro componentes) e o presidente do Conselho Fiscal;

– Quanto ao custeio, os Correios arcarão com 75% do custeio e os beneficiários com 25%, ficando excluídos pais e mães, mantida a sistemática de custeio prevista na última proposta apresentada pelo ministro vice-presidente do TST, Emmanoel Pereira, especificamente quanto à fixação de mensalidade, coparticipação e limites de desconto;

– Fica estabelecida regra de transição, a qual garanta que os pais e mães em tratamento continuem no plano nas mesmas condições, até a alta médica, conforme as regras da ANS;

– Criação de plano de saúde alternativo no qual sejam abarcados pai e mãe, devendo os Correios contribuir com R$ 200 milhões por ano, proporcionalmente ao número de dependentes (pais e mães) nesta condição, considerando o quantitativo atual de pais;

– Vigência de dois anos da cláusula, com início após a assinatura de acordo.

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11 respostas a Audiência de conciliação no TST

  1. Maísa disse:

    Por mim, podem tirar o plano todo, desde que nos dêem aumento decente pra que possamos pagar o próprio plano de saúde. Aqui já quase não tem médico atendendo por esse plano.

    • Ronaldo Silva. disse:

      Exatamente assim! Transfira o montante gasto com o plano de saúde para o contra cheque de cada funcionário, em forma de dinheiro, deixe o resto com a gente. Médicos conveniados não temos onde eu moro, para que plano de saúde? Serei o primeiro a desligar-me desse futuro cambalacho. Depositando todo mês em uma poupança R$ 300,00 eu terei meu melhor plano de saúde.

  2. antonio jabuca city disse:

    que coisa. em janeiro/217 a abela que os correios propunha sairia mais barata do que do TST, e nao saia pae mae, agora por culpa de uma meia duzia de debiloides, vamos ter que pagar a tabela do TST, veja que ponto chegou as coisas, total falta de respeito por nos. tanto correios como sindicatos.

    • Carteiro disse:

      A proposta dos Correios realmente ia manter os pais, porém metade do salário iria ser pra custear o plano. Aí surge a pergunta que não quer calar?
      Desde quando os funcionários têm condições pra isso? Você tem?
      Os debiloides dessa história, são esse monte de pelegos acomodados que só reclamam e nada fazem(você deve ser um desses). Como se fosse crime reivindicar direitos. Se esse monte de parasita aderisse à greve, a pressão seria maior e conseguiríamos muito mais coisa.

      • TITANICorreios disse:

        Não entendo o porquê brigar por um plano de saúde que não funciona. Muito menos pagar mensalidade!
        Se começar a pagar mensalidade, vou sair fora e fico pelo SUS mesmo…
        Agora, se um iluminado fizer contrato com uma empresa séria aí eu continuo…

  3. antonio jabuca city disse:

    e como fica os aposentados, sera cobrado como ou teremos que bancar eles tambem….

  4. MIGUEL disse:

    Vamos ser realista; não temos condições de bancar o plano com o salário que recebemos. Temos o menor salário das empresas estatais. SE PAGAR O PLANO VAI FALTAR ALIMENTOS,REMÉDIO, ETC. NOSSA QUALIDADE DE VIDA VAI PIORAR. JÁ BASTA O ESTRESSE DO TRABALHO QUE VEM CAUSANDO PROBLEMAS DE SAÚDE.

  5. Willian Atendente São Paulo disse:

    Se ao menos tivéssemos um salário próximo do que é o das outras estatais, não haveria problema. Mas nosso salário não comporta esse aumento, já que temos o menor salário entre as estatais federais.

    Além disso, por quê antes (quando tinha mais funcionários trabalhando e menos gente administrando o plano de saúde) o plano era sustentável, e agora (com menos funcionários, mas um cabide de emprego chamado Postal Saúde…) o plano deixou de ser sustentável?

    Por quê o Correio/Postal Saúde se negam a mostrar onde está indo o dinheiro do plano de saúde? – só falam que dá prejuízo, mas não mostram onde.

    NÃO FALTA DINHEIRO NESSE PAÍS. FALTA TRANSPARÊNCIA!

  6. William disse:

    Esta empresa está sendo destruída por direção incompetente e quem paga a conta somos sempre nós.

  7. VAI MELHORA disse:

    Com esse aumento de tarifas deve dobra o nosso salario. Vai ser difícil fugir da mensalidade seria melhor negociar.

  8. Joáo da silva disse:

    A questão é uma só, tirando alguns figurões nosso salário é muito pequeno para compartilhamento da saúde.

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