Podcast da Negociação 9 – 2/9/2020

Olá, este é o Podcast da Negociação, onde são aprofundados os principais temas que nós, empregados dos Correios, precisamos estar atentos neste momento tão importante e decisivo da nossa história.

Mesmo com a paralisação parcial, a maioria dos empregados demonstra que, juntos, somos essenciais para aproximar o Brasil. Tanto o efetivo operacional quanto o administrativo estão trabalhando de segunda a sexta-feira, e nos mutirões dos finais de semana, para minimizar os impactos à população.

Os Correios agradecem os esforços dos empregados que se mantêm firmes no propósito de servir à sociedade e ao país, e contam com o retorno ao trabalho daqueles que ainda estão em greve. A questão encontra-se em juízo e será resolvida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). É importante destacar que o tribunal concedeu liminar determinando que a categoria profissional mantenha contingente mínimo de 70% dos trabalhadores em cada unidade, calculado sobre o quantitativo de trabalhadores efetivos que estavam trabalhando presencialmente no dia 14 de agosto de 2020, além de se abster de impedir, nas referidas unidades, o livre trânsito de bens, pessoas e cargas postais. Fixou, ainda, a multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento das determinações.

Desde o início da negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2021, a empresa tem sido transparente sobre a sua situação econômico-financeira, agravada pela crise mundial causada pela pandemia de Covid-19. Situação, inclusive, que vem sendo reiterada ao TST, que julgará a ação de dissídio.

É importante relembrar que os Correios têm preservado empregos, salários e todos os direitos previstos na CLT, bem como outros benefícios concedidos aos trabalhadores.

Continue acompanhando os informativos da empresa para saber tudo que envolve os nossos direitos e fique atento à veiculação de mensagens falsas. O que está em jogo é a sobrevivência dos Correios e o nosso futuro profissional. Pense nisso!

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Correios: fim da paralisação é essencial para empreendedores e população

Desde o início da negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2021, os Correios têm sido transparentes sobre a sua situação econômico-financeira, agravada pela crise mundial causada pela pandemia de Covid-19. Conforme já amplamente divulgado, a empresa não tem mais como suportar as altas despesas, o que significa, dentre outras ações que já estão em andamento, discutir benefícios que foram concedidos em outros momentos e que não condizem com a realidade atual de mercado, assegurando todos os direitos dos empregados previstos na legislação.

A paralisação parcial em curso somente agrava esta situação. A intransigência das entidades representativas, que tornaram a greve uma prática quase anual, está prejudicando não só o funcionamento da empresa, mas, essencialmente, a população brasileira.

Isso porque se trata, também, de uma questão de saúde pública: famílias podem ser impactadas com a espera de remédios e produtos de saúde, enquanto aguardam o desenrolar da paralisação. Os Correios transportam, ainda, materiais biológicos – como amostras de sangue, por exemplo – para detecção de doenças e análises clínicas para secretarias de saúde e laboratórios em todo o país.

Sobre esta categoria de objetos, destacam-se o envio mensal de leite em pó (cerca de 300 mil latas), medicamentos (mais de 100 mil itens), 7 mil testes do pezinho, dentre outros tipos de materiais, que somam mais de 425 mil objetos desta natureza por mês, contabilizados somente os clientes com contrato, fora as postagens que ocorrem diretamente nas agências.

Além disso, empreendedores estão sofrendo impactos nos negócios, tendo em vista que dependem dos nossos serviços para conseguirem se manter com a pandemia. A economia brasileira está sendo afetada como um todo.

Não podemos esquecer o gasto emergencial gerado com a paralisação, clientes que podem ser perdidos, enfim, todo o desgaste da credibilidade de nossa empresa, que vinha demonstrando todo o seu valor neste momento tão difícil para o Brasil e o mundo.

Diante de toda essa situação, amplamente exposta nos últimos meses, a empresa aguarda o julgamento do Dissídio de Greve pelo tribunal para por fim ao impasse. Vale ressaltar que os Correios têm preservado empregos, salários e todos os direitos previstos na CLT, bem como outros benefícios do seu efetivo.

A empresa confia no compromisso e responsabilidade de seus empregados com a sociedade e com o país, promovendo o retorno ao trabalho das pessoas que ainda se encontram em greve, já que a questão encontra-se em juízo e será resolvida pelo TST. O que está em jogo é a sobrevivência dos Correios e o nosso futuro profissional. Pense nisso!

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