Correios: fim da paralisação é essencial para empreendedores e população

Desde o início da negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2021, os Correios têm sido transparentes sobre a sua situação econômico-financeira, agravada pela crise mundial causada pela pandemia de Covid-19. Conforme já amplamente divulgado, a empresa não tem mais como suportar as altas despesas, o que significa, dentre outras ações que já estão em andamento, discutir benefícios que foram concedidos em outros momentos e que não condizem com a realidade atual de mercado, assegurando todos os direitos dos empregados previstos na legislação.

A paralisação parcial em curso somente agrava esta situação. A intransigência das entidades representativas, que tornaram a greve uma prática quase anual, está prejudicando não só o funcionamento da empresa, mas, essencialmente, a população brasileira.

Isso porque se trata, também, de uma questão de saúde pública: famílias podem ser impactadas com a espera de remédios e produtos de saúde, enquanto aguardam o desenrolar da paralisação. Os Correios transportam, ainda, materiais biológicos – como amostras de sangue, por exemplo – para detecção de doenças e análises clínicas para secretarias de saúde e laboratórios em todo o país.

Sobre esta categoria de objetos, destacam-se o envio mensal de leite em pó (cerca de 300 mil latas), medicamentos (mais de 100 mil itens), 7 mil testes do pezinho, dentre outros tipos de materiais, que somam mais de 425 mil objetos desta natureza por mês, contabilizados somente os clientes com contrato, fora as postagens que ocorrem diretamente nas agências.

Além disso, empreendedores estão sofrendo impactos nos negócios, tendo em vista que dependem dos nossos serviços para conseguirem se manter com a pandemia. A economia brasileira está sendo afetada como um todo.

Não podemos esquecer o gasto emergencial gerado com a paralisação, clientes que podem ser perdidos, enfim, todo o desgaste da credibilidade de nossa empresa, que vinha demonstrando todo o seu valor neste momento tão difícil para o Brasil e o mundo.

Diante de toda essa situação, amplamente exposta nos últimos meses, a empresa aguarda o julgamento do Dissídio de Greve pelo tribunal para por fim ao impasse. Vale ressaltar que os Correios têm preservado empregos, salários e todos os direitos previstos na CLT, bem como outros benefícios do seu efetivo.

A empresa confia no compromisso e responsabilidade de seus empregados com a sociedade e com o país, promovendo o retorno ao trabalho das pessoas que ainda se encontram em greve, já que a questão encontra-se em juízo e será resolvida pelo TST. O que está em jogo é a sobrevivência dos Correios e o nosso futuro profissional. Pense nisso!

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Manutenção de liminar e ajuizamento de dissídio

Na última sexta-feira, dia 21, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram, por unanimidade, pela manutenção de liminar impetrada pelos Correios. Desta forma, a Sentença Normativa do Tribunal Superior do Trabalho (TST) não tem mais vigência.

Tendo em vista que não houve acordo com as entidades representativas, mesmo os Correios tendo se colocado à disposição para negociar o ACT durante todo o mês de julho de 2020, e que foi decretada paralisação parcial, a empresa ajuizou nesta terça-feira (25) o Dissídio Coletivo de Greve no Tribunal Superior do Trabalho. Acompanhe todas as informações nos veículos de comunicação interna e no Blog dos Correios.

Os Correios têm preservado empregos, salários e todos os direitos previstos na CLT, bem como outros benefícios, como o auxílio-creche e os tíquetes refeição e alimentação, em quantidades adequadas aos dias úteis no mês, de acordo com a jornada de cada trabalhador. A empresa aguarda o retorno dos trabalhadores que aderiram ao movimento paredista o quanto antes, cientes de sua responsabilidade para com a população, já que agora toda a questão terá seu desfecho na justiça.

Mutirões de fim de semana

Os Correios realizaram, neste fim de semana, nos dias 22 e 23 de agosto, a entrega de mais de 1,2 milhão de cartas e encomendas em todo o país. A ação, que contou com o reforço de empregados da área administrativa e de veículos extras, entre outras iniciativas do plano de continuidade da empresa, também foi responsável pela triagem de 4,7 milhões de objetos postais. O ritmo das entregas prossegue durante a semana, de forma a manter a qualidade operacional e minimizar o impacto aos clientes.

Para o presidente dos Correios, Floriano Peixoto, a ação demonstra a preocupação dos empregados com toda situação que vivemos no momento. Segundo o dirigente, este é um período de superação, onde é necessário unirmos forças para continuar ajudando a população, que tanto precisa de nós. A paralisação parcial traz prejuízos financeiros não só à nossa empresa, mas a inúmeros empreendedores brasileiros, além de afetar a imagem da instituição e de seus empregados perante a sociedade.

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