
É comum que empresas públicas sejam analisadas a partir de uma associação imediata entre operação e recursos do governo. No caso dos Correios, essa leitura simplifica uma realidade mais complexa e, por isso, empobrece o debate público.
Os Correios financiam suas atividades e investimentos com receitas próprias geradas pela prestação de serviços postais, logísticos, financeiros e soluções para o comércio eletrônico. É essa base econômica que sustenta a operação diária e os avanços do Plano de Reestruturação em curso.
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