Os Correios seguem mobilizados para manter os serviços em todo o país durante a paralisação parcial. Desde o início do movimento, o Plano de Continuidade de Negócios (PCN) está acionado, com gestão centralizada e acompanhamento permanente da rede.
Esse monitoramento permite identificar pontos de atenção e direcionar a resposta operacional conforme a necessidade de cada região. Na prática, a empresa pode reforçar equipes, remanejar veículos, reorganizar rotas, redistribuir volumes e ampliar a capacidade de processamento nos locais que exigem maior atenção.
A presença dos Correios em todo o país também amplia essa capacidade de resposta, permitindo ajustar recursos e fluxos de acordo com a evolução da operação.
Decisão do TST
No sábado (12), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou, em decisão liminar, a manutenção de pelo menos 80% do efetivo em atividade em cada unidade ou estabelecimento dos Correios durante a paralisação.
A determinação abrange atendimento, tratamento, transporte e distribuição, além das áreas administrativas e de suporte indispensáveis à continuidade da cadeia postal.
O próximo marco do processo será em 21 de setembro, quando o TST julgará o dissídio coletivo. O Tribunal poderá definir as condições do acordo coletivo e questões relacionadas à paralisação, dando sequência ao processo que não teve consenso na negociação.
Enquanto o processo segue no TST, o foco permanece na continuidade dos serviços, na orientação das equipes e na proximidade com os clientes.
Cada atendimento importa. Cada objeto triado conta. Cada entrega representa um compromisso.