ACT 2025/2026: atualização pós-assembleias e situação da operação

Após a realização das assembleias sindicais, na noite desta terça-feira (16), o cenário nacional apresenta um quadro de deliberações distintas entre as entidades representativas dos trabalhadores no contexto do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2025/2026.

Do total de 36 sindicatos, 24 não aderiram ao movimento de paralisação. O monitoramento realizado nesta quarta-feira (17) indica que cerca 91% dos empregados seguem trabalhando normalmente, considerando o efetivo total da empresa.

A paralisação acontece de forma parcial e localizada, concentrada em 9 estados. A operação nacional permanece majoritariamente em funcionamento, com impactos pontuais em unidades específicas, sem comprometimento sistêmico dos serviços.

Diante desse cenário, foi acionado o Plano de Continuidade do Negócio (PCN), que orienta as medidas operacionais e administrativas a serem adotadas para mitigar impactos, garantir a continuidade dos serviços prioritários e apoiar a tomada de decisão em todos os níveis da empresa. O cumprimento rigoroso das diretrizes do PCN é essencial neste momento.

Novas atualizações serão divulgadas à medida que os dados forem consolidados.

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Negociações do ACT seguem em andamento sob mediação do TST

Nesta terça-feira (16), Correios e representações dos trabalhadores participaram de nova audiência de mediação no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Apesar do empenho das partes, ainda não houve consenso, e as negociações seguem em curso sob a mediação do TST, em razão da complexidade dos temas e da necessidade de uma solução equilibrada, responsável e sustentável para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

A continuidade do diálogo é uma escolha consciente, que demonstra abertura, boa-fé e responsabilidade institucional. Mesmo em um processo exigente e naturalmente desgastante, seguir negociando é preservar o espaço para construir soluções, com equilíbrio.

Nesse contexto, o ACT 2024/2025 permanece vigente, com suas cláusulas mantidas enquanto durar o processo negocial, excetuados os §§ 2º e 9º da Cláusula 55 (VA/VR), pois já foram integralmente pagos.

É importante ressaltar que a greve é um instrumento previsto em lei, mas sua eventual deflagração interrompe o diálogo e transfere a solução para a esfera judicial, reduzindo o espaço para soluções construídas pelas próprias partes. A mediação amplia as possibilidades de ajuste e permite decisões mais adequadas à realidade econômica e social da empresa. Assim, é importante que os empregados aguardem a formalização de uma proposta que está sendo construída pelas partes junto ao TST.

Os Correios reafirmam seu compromisso com o diálogo responsável, a sustentabilidade da empresa e a preservação dos empregos, mantendo-se firmes na busca de um consenso sob a mediação do TST.

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