Fotógrafo Leandro Facchini expõe no Espaço Cultural Correios Porto Alegre

Diversos estilos de fotografia compõem a exposição “Percursos do Olhar – uma construção poética”, que apresenta ao público da capital o trabalho do fotógrafo Leandro Facchini. A mostra será aberta no dia 16 de maio, às 17h30min, no Espaço Cultural Correios Porto Alegre.

Segundo o curador Fábio André Rheinheimer, a exposição “apresenta um conjunto de obras cuja a caraterística fundamental é a pluralidade de interesses”. Com o objetivo de ilustrar essa versatilidade, o fotógrafo propõe o uso de suportes diferentes para expor o seu trabalho, como tecidos e pantalhas de abajur. Outra aspecto que foi priorizado é a impressão de imagens em grandes formatos para que o público possa conferir os detalhes e a riqueza das obras de Leandro Facchini.

“Percursos do Olhar – uma construção poética” fica em cartaz no Espaço Cultural Correios de 17 de maio a 16 de junho de 2019. A exposição é gratuita e fica aberta de terças a sábados, das 10h às 18h, e aos domingos, das 13h às 17h. O Espaço Cultural Correios está localizado no térreo do prédio histórico da empresa na Praça da Alfândega (Centro Histórico da capital), com acesso pela lateral, na Avenida Sepúlveda.

Sobre o artista – Leandro Facchini iniciou sua trajetória com a fotografia em 1994. Inicialmente, atuou como fotojornalista no Jornal Contexto, de Carlos Barbosa. Desde então, já participou de diversas mostras coletivas. Hoje, é um dos membros do Foto Clube Porto-Alegrense.

 
Serviço

Exposição “Percursos do Olhar – uma construção poética”
Abertura: 16 de maio, das 17h30min às 20h
Período: 17 de maio a 16 de junho de 2019
Horário: das 10h às 18h, de terças a sábados, e das 13h às 17h, aos domingos
Local: Espaço Cultural Correios Porto Alegre

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Artigo: O que estamos fazendo para recuperar a rentabilidade dos Correios

Apesar das dificuldades econômicas do país e do mercado acirrado em que os Correios atuam, a empresa tem conseguido melhorar sua rentabilidade e se equilibrar financeiramente. A partir de um novo posicionamento estratégico, a estatal está mais focada nas necessidades dos clientes e nos desafios atuais do cenário postal.

Saímos de um prejuízo de R$ 1,5 bilhão em 2016, para um lucro de R$ 667 milhões em 2017 e de R$ 161 milhões em 2018. E o primeiro trimestre de 2019 já aponta para o melhor resultado do período nos últimos cinco anos.

Os resultados são fruto de inúmeras medidas que culminaram na melhoria da eficiência operacional e, consequentemente, no aumento da receita – especialmente no segmento de encomendas, que cresceu 20,4% em 2018. Seguem as principais ações:

1.Crescimento e Diversificação: ações de defesa do negócio postal, reposicionamento de encomendas e viabilização de parcerias estratégicas;

2.Excelência Operacional: ações voltadas ao aprimoramento de processos,
tecnologia/automação e competências internas, abrangendo toda a cadeia de valor;

3. Programa Integra Brasil: instrumento de integração e de coesão social do Governo Federal por meio da prestação de multisserviços públicos de interesse da sociedade;

4.Racionalização: ações voltadas para o aprimoramento da gestão de recursos, ganhos de eficiência e produtividade, e visibilidade do desempenho;

5.Transformação Tecnológica: ações voltadas para a modernização da arquitetura e serviços de TI, resultando no atendimento ágil das demandas internas e externas; e

6.Gestão de Pessoas: ações de adequação da força de trabalho às novas demandas internas, com foco no aumento de produtividade operacional e redimensionamento administrativo.

É importante destacar que o ano 2017 foi impactado, principalmente, pela reversão de provisão atuarial do benefício pós-emprego saúde no valor de R$2,9 bilhões e relacionado à decisão do TST sobre o custeio do plano de saúde dos empregados e dependentes, evento extraordinário que aumentou o lucro do exercício de 2017.

O resultado operacional de 2018, sem o impacto da reversão de provisão atuarial do benefício pós-emprego saúde, da imunidade tributária e do incentivo financeiro diferido do Plano de Demissão Incentivada (PDI), registrou um resultado positivo de R$ 251 milhões, evolução de 117,9% em 12 meses, após quatro anos de resultados negativos.

Outra iniciativa estruturante foi a implantação da metodologia Orçamento Base Zero (OBZ). A técnica de orçamentação propôs um novo modelo de gestão de custos, com visibilidade de gastos por categorias de despesas, responsabilização sobre a gestão dos custos e mudança de cultura quanto às justificativas dos gastos. Nos últimos dois anos, a racionalização de despesas gerou uma economia de mais de R$ 1, 1 bilhão.

Todos os indicadores demonstram que estamos no caminho certo. A cultura de responsabilização pelos resultados, internalizada, tem aprimorado a governança e o acompanhamento dos custos e despesas da empresa. A evolução das iniciativas OBZ, os desvios orçamentários e as economias projetadas por exercício são constantemente monitoradas em fóruns mensais e apresentados para a Diretoria Executiva.

Para ampliar a visibilidade analítica do resultado da empresa nas várias visões gerenciais, está em andamento o projeto de margem de contribuição de produtos, clientes, canais e geografias. O objetivo é fortalecer os instrumentos de análise das finanças dos Correios para orientar as decisões de alocação de recursos da empresa.

Em 2019, continuamos focados na recuperação do crescimento e na redução de despesas dos Correios. O próximo passo é a implantação da etapa de monitoria e controle do metodologia OBZ, onde iremos identificar e corrigir possíveis desvios no planejamento orçamentário.

Sergio Neves Moraes
Diretor de Gestão Estratégica, Tecnologia e Finanças dos Correios

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Artigo: Porque o Brasil precisa dos Correios

Neste domingo, 5 de maio, foi comemorado o Dia Nacional das Comunicações. A escolha da data é uma homenagem ao nascimento Marechal Rondon, considerado o Patrono das Comunicações no país. De 1890 a 1916, o militar mato-grossense percorreu mais de 100 mil quilômetros numa missão considerada quase impossível para a época: conectar pelo fio do telégrafo as cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo e o Triângulo Mineiro aos lugares mais distantes do Brasil.

Mais de 100 anos depois, os processos de comunicações e os serviços postais evoluíram em todo o mundo. Mas, ainda hoje, são os Correios que continuam o legado de Rondon de integrar o complexo e gigante território nacional. A empresa exerce um papel social inestimável, que leva aos brasileiros dignidade, cidadania e acesso a serviços públicos, atendendo a todos da mesma forma, seja onde for.

Não se trata apenas de uma empresa que entrega mais de 20 milhões de cartas e encomendas, todos os dias. Os Correios são o único operador logístico que chega em todos os 5.570 municípios brasileiros. Em 60% deles, também são o único representante da União. Estamos falando de inclusão bancária, emissão de documentos, distribuição de vacinas e donativos em caso de catástrofes.

Também estamos falando de megaoperações logísticas de alta complexidade. É por meio da capilaridade e expertise dos Correios que as urnas eletrônicas do Tribunal Superior Eleitoral, os livros didáticos do Ministério da Educação para crianças do ensino fundamental e as provas do Enem chegam em todos os lugares, no tempo exato.

Em Marechal Thaumaturgo, município do Acre, onde não há acesso por rodovia, os objetos chegam por avião e depois seguem de barco até o outro lado do rio Juruá, onde fica a agência dos Correios. Para se chegar ao arquipélago de Bailique, no Amapá, o carteiro leva 12 horas de barco saindo de Macapá. Já para ir de Manaus a Manicoré, são quatro dias de viagem pelo rio Amazonas.

Engana-se quem pensa que a vocação de integrar dos Correios se limita ao território nacional. A empresa é a porta que leva para o mundo produtos nacionais, fruto do trabalho de milhares de micro e pequenos empresários brasileiros. Também por meio do serviço Exporta Fácil, criado pelos Correios e reconhecido internacionalmente, o processo de exportação se tornou mais fácil e menos burocrático.

O Brasil precisa de um Correios forte, indutor do desenvolvimento social e econômico e motivo de orgulho nacional. É importante destacar, ainda, que a estatal é autossuficiente, não depende de recursos orçamentários do governo e não se mantém com impostos do cidadão. Ao contrário, gera receita para o Governo Federal. Fazendo o que sabem fazer, os Correios continuarão ocupando seu lugar no coração de todos os brasileiros.

General Juarez Cunha
Presidente dos Correios

 

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5 de maio: De Comunicações a gente entende

Hoje é comemorado o Dia Nacional das Comunicações. A data é uma homenagem a Cândido Mariano da Silva Rondon, o marechal Rondon, que por seus importantes feitos é o Patrono das Comunicações do Brasil. Nascido em Mimoso (MT), em 1865, Rondon foi o líder do primeiro esforço de grandes proporções para a integração nacional por meio das comunicações.

De 1890 a 1916, ele percorreu mais de 100 mil quilômetros, o equivalente a duas voltas e meia ao redor da Terra, numa missão considerada quase impossível para a época: conectar pelo fio do telégrafo a capital federal, Rio de Janeiro, a cidade de São Paulo e o Triângulo Mineiro aos lugares mais distantes do território nacional, como Amazônia, Mato Grosso e a fronteira do Brasil com o Paraguai. Quando acabou o trabalho, Cândido Mariano da Silva Rondon havia instalado sete mil quilômetros de cabos telegráficos.

Mais de 100 anos depois, os processos de comunicações e os serviços postais evoluíram em todo o mundo. Mas, ainda hoje, são os Correios que continuam o legado de Rondon de integrar o complexo e gigante território nacional.

Com mais de 350 anos de história, a empresa possui, em sua essência, a missão de comunicar. No Brasil-Colônia, as cartas eram o único meio de comunicação à longa distância. Mesmo hoje, com o declínio da atividade postal, a atividade dos Correios ainda é imprescindível.

Entre os principais órgãos de Comunicação do Governo Federal, os Correios são o único com presença em todo o país. Por meio de seu compromisso constitucional de garantir o direito de todos à comunicação, a empresa possui um importante papel na integração nacional e na inclusão social dos cidadãos brasileiros.

Além de garantir a entrega de cartas e encomendas, a empresa também promove inclusão bancária, oferece emissão de documentos, distribuição de urnas eletrônicas, livros didáticos, vacinas e remédios. Por que não importa a época ou tecnologia, de comunicações #agenteentende.

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CCCRJ: Exposição internacional retrata autismo e Alzheimer pelo olhar de artistas

A International Contemporary Art Society de New York (NYICAS), Saphira & Ventura Gallery e o Centro Cultural Correios Rio de Janeiro (CCCRJ) apresentam “Arte Consciente – Uma iniciativa Global”. O projeto reúne  exposições coletivas de pinturas, arte digital, esculturas e instalações trazendo temáticas sobre Alzheimer e autismo.

Nesta terça-feira (30), às 17h, o CCCRJ realiza uma conferência para debater como a arte pode ajudar no tratamento das pessoas com essas doenças. O encontro terá a participação de diversos especialistas, entre eles a médica Vilma Câmara, neurologista e geriatra especializada em Alzheimer e integrante da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz), do artista americano Neil Kermanalém, além de representantes de empresas apoiadoras e da OAB-RJ. A entrada é franca e os participantes poderão interagir por meio de perguntas.

Os benefícios da arte para as pessoas com Alzheimer se estendem a observar obras de arte. Essa interação ajuda no alívio dos sintomas da doença, juntamente com projetos artísticos voltados para os pacientes e a importância da interação com a família. Para crianças autistas a arte é uma ferramenta valiosa no tratamento por ser um elemento fundamental para promover atividades que configurem um estímulo para sua inserção social e desenvolvimento da comunicação ampliando a capacidade de abstração, coordenação motora, imaginação, criatividade, sensibilidade, afetividade e organização interna.

A exposição – As obras da exposição “Arte Consciente – Uma iniciativa Global” são do americano Neil Kerman e dos brasileiros Marize Koerich, Paula Delmanto e Zé Dassilva. Neil Kerman revela um diálogo com refinamento do processo criativo, uma mescla de cores e diferentes formatos de telas. Alzheimer’s Awareness é usado na vida cotidiana dos pacientes nos asilos do artista que também utiliza a arte como terapia no tratamento da doença.

A exposição apresenta também o trabalho de arte digital de autoria de Marize Koerich (MAK), artista e ativista que utiliza a arte para dar visibilidade ao autismo. Paula Delmanto expõe esculturas e instalação sobre os temas e ainda as ilustrações do artista e roteirista Zé Dassilva.

O projeto já foi realizado na sede da ONU (Organização das Nações Unidas) em Nova York, Londres, Madri e São Paulo na Saphira & Ventura Gallery em colaboração com o Instituto Albert Einstein, a Sinagoga Mirshcan Menachem, e na Itália no Museu MITT, em Torino. A exposição foi criada pelos sócios galeristas Alcinda Saphira (curadora) e Louis Ventura (economista PhD), ambos estabelecidos no mercado internacional há mais de duas décadas.

Serviço
Exposição: “Arte Consciente – Uma iniciativa Global”
Visitação: 24 de abril a 8 de junho de 2019, terça a domingo das 12h às 19h
Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro
Tel.: 2253-1580 (recepção)
Entrada franca

 

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Esclarecimento sobre artigo publicado na Gazeta do Povo

Em resposta ao artigo de Luan Sperandio, publicado na Gazeta do Povo nessa quarta-feira (24), os Correios vêm a público esclarecer algumas inverdades:

De acordo com o texto, entre 2012 e 2016, “as estatais brasileiras tiveram um prejuízo da ordem de R$ 33 bilhões , que foram arcados com dinheiro do Tesouro Nacional”. O autor esquece ou simplesmente omite a informação de que, entre 2007 e 2013, os Correios repassaram à União, a título de antecipação de dividendos, o equivalente a mais de R$ 6 bilhões, valor este maior que o prejuízo acumulado dos últimos anos. Não se sabe se, intencionalmente ou não, o artigo também não esclarece que os Correios são uma empresa independente do Tesouro Nacional, ou seja, quando apresenta prejuízo, recorre a empréstimos pagos com recursos próprios, não onerando o bolso do contribuinte por meio de impostos.

Alega o autor, ainda, que os Correios foram protagonistas de diversos escândalos de corrupção no passado, mas ignora que tais casos foram esclarecidos à época e hoje a empresa é referência em governança entre as estatais.

Sobre a ingerência política, mais uma vez, o artigo apresenta dados antigos, que não condizem com a realidade atual dos Correios. A empresa está passando por uma evolução em sua estrutura organizacional: em lugar de oito vice-presidências, como citado, agora os Correios possuem seis diretorias.

Sobre outro motivo elencado no texto pelo qual o governo deveria privatizar a empresa, ineficiência, o autor revela falha grave na apuração dos fatos. Conforme amplamente divulgado, desde o ano passado a qualidade operacional dos Correios vêm mantendo índices superiores, inclusive, aos de operadores postais privados mundialmente conhecidos, chegando a 99% de entregas de encomendas realizadas dentro do prazo contratado. Cabe aqui esclarecer que, apenas no segmento concorrencial, os Correios entregam diariamente mais de um milhão de objetos. Se considerarmos o fluxo total, são mais de 22 milhões por dia.

De maneira inversamente proporcional, o número de reclamações caiu diante do aumento da qualidade. No 1º trimestre de 2019, houve redução de 72% na quantidade de manifestações nos canais oficias de atendimento da empresa, sobre objetos nacionais e internacionais, em relação ao mesmo período do ano passado.

Medidas como a desativação de agências sombreadas e o programa de demissão incentivada foram adotadas para reduzir custos e melhorar o caixa da empresa e não foram realizadas de maneira isolada. Ao contrário, o encerramento de atividades em algumas unidades convencionais de atendimento faz parte de um projeto mais amplo, o de remodelagem da rede, que visa ampliar o número de canais de atendimento à população com modelos mais modernos e adequados às diversas realidades regionais.

Em relação à cobrança do despacho postal para encomendas internacionais, exaustivamente explicado, não se trata de medida arbitrária, conforme afirma o artigo. Refere-se à justa remuneração aos Correios pela prestação de serviços de suporte ao tratamento aduaneiro. Cabe destacar que tal cobrança já é praticada há muito tempo por operadores privados do setor no Brasil e que o valor praticado pelos Correios é, na média, quatro vezes menor que o dos concorrentes.

Se no segmento de encomendas, o mercado é concorrencial, a exclusividade postal do Estado ainda é uma realidade para a grande maioria dos correios no mundo. Em países de extensão territorial comparável à do Brasil, como Estados Unidos, China, Canadá, Rússia e Austrália, eles são públicos e exercem o importante papel de integração nacional.

A privatização pura e simples do correio brasileiro será uma perda tanto para o país quanto para a sociedade. Apenas em poucos países, todos de dimensões reduzidas, o serviço postal está nas mãos da iniciativa privada. A DHL, por exemplo, é resultado de uma política pública de capitalização do correio da Alemanha. Em vez de privatizar o correio alemão, o governo optou por capitalizá-lo e fez uma abertura parcial de capital – o controle continua com o governo.

Em contrapartida, a privatização do correio de Portugal, assim como da Argentina (que teve que ser reestatizado, porque a privatização piorou os serviços), não trouxe os resultados positivos tão desejados.

Falar sem conhecer o universo complexo que envolve os Correios, usando argumentos rasos e dados desatualizados é, no mínimo, irresponsável quando se trata de formadores de opinião que escrevem para um veículo de comunicação. O debate sobre o assunto deve ser feito de modo cuidadoso, consciente e sempre comprometido com a verdade.

 

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Exposição ‘Veredas’ inspira sarau no CCCSP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Centro Cultural Correios São Paulo (CCCSP) receberá a partir das 14h desta quinta-feira (25) cerca de 30 artistas, entre poetas, cantores, dançarinos e pintores, para um sarau que se inspirará nas obras da mostra ‘Veredas’, do japonês Kanichi Kaneko, em cartaz no mesmo local até 30 de maio.

A mostra reúne pinturas que apresentam aspectos e vivências das culturas japonesa e brasileira. Nascido em Yokohama, Japão, em 1935, o artista é naturalizado brasileiro. Remanescente do Grupo Seibi, fundado por artistas japoneses como Tomie Ohtake e Manabu Mabe, as obras de Kaneko também compõem o acervo de museus como o MAC da USP e a Pinacoteca do Estado de São Paulo.

As telas da mostra foram produzidas nos últimos 40 anos de trabalho do artista, que hoje mora no Brasil e estudou, por longo período, manifestações artísticas na Europa

Aos 84 anos, Kaneko também participará do encontro com seus haikais, (poesias curtas, geralmente em japonês). “Não dou título às minhas pinturas, mas quando viajava, desenhava o que via e fazia anotações ao lado. Depois, fui descobrir que eram haikais”. A exposição ‘Veredas’ tem alguns deles, todos em japonês, sem tradução. “Quero estimular a curiosidade”, comenta.

Ao fazer uma retrospectiva de obras produzidas ao longo da vida nesta exposição, o autor realiza uma releitura da cultura herdada do Japão, onde morou até os 25 anos, do choque cultural com o modo de vida brasileiro e da busca da origem da alma, do pensamento. “Depois de dar a volta ao mundo, descobri que minha terra é o Japão”, afirma, referindo-se aos valores presentes nas suas criações.

Com o sarau, pretende promover uma grande troca. “Poesia é mais profunda do que qualquer explicação, vai direto para o sentimento mais profundo”, considera. “Quero abrir meu coração inteiro. A entrada é franca e a saída também”.

Serviço
Exposição ‘Veredas’
Data: Até 30/5
Local: Centro Cultural Correios São Paulo (CCCSP)
Endereço: Av. São João, s/nº, Vale do Anhangabaú, Centro, São Paulo – SP
Metrô São Bento
Entrada gratuita

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Os Correios são finalistas do The World Post & Parcel Awards 2019

Os Correios são finalistas do The World Post & Parcel Awards 2019, premiação internacional que corresponde ao Oscar dos correios de todo o mundo. Os vencedores serão anunciados no dia 18 de junho, na Irlanda. A empresa está concorrendo na categoria Customer Service com a megaoperação de entrega de kits para a TV digital, contratada pela empresa Seja Digital.

Na operação, foram entregues mais de 10 milhões de kits a beneficiários de programas sociais do governo federal, em todo o Brasil. Além da entrega, os Correios treinaram as pessoas para instalar o equipamento e receber o sinal digital na TV aberta.

Para entregar os kits, desde 2016 os Correios mobilizaram mais de 1.500 agências, em 791 municípios. A operação envolveu cerca de 8 mil profissionais em todos os estados brasileiros, com exceção do Distrito Federal.

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Espaço Cultural Correios Porto Alegre recebe exposição de fotografia

A fotografia transcende ao real e ganha status de arte na exposição Desenhos com Luz, que chega, amanhã (13), ao Espaço Cultural Correios Porto Alegre. Com curadoria do arquiteto e artista visual Fábio André Rheinheimer, a mostra reúne obras de 29 fotógrafos.

“Desenhos com Luz é resultado da vivência artística continuada e orientada por uma sensível construção do olhar. A proposta é formatar um novo contexto”, explica Rheinheimer, que tem se destacado em reunir diferentes expressões das artes visuais na curadoria de suas exposições coletivas.

Para o curador, a fotografia, enquanto registro atemporal, possibilita outras leituras, isentas de amarras absolutas que, de forma ampla e irrestrita, possibilitam uma infinidade de interpretações, plenas de liberdade. “Em sua essência, essa mostra se orienta segundo fragmentos de um universo multifacetado, cujas formas, cores e composições construídas com a luz propõem a ressignificação a partir das aproximações entre as obras, resultando em novas construções poéticas”, resume.

Em Desenhos com Luz, os visitantes poderão conferir 58 obras nas diferentes fotografias de Alexandre Eckert, Aníbal Elias Carneiro, Bala Blauth, Bia Donelli, Carlos Eduardo Vaz, Clara Koury, Douglas Fischer, Fábio Petry, Fernanda Carvalho Garcia, Fernando Castro, Flávio Wild, Gutemberg Ostemberg, Helena Stainer, Iara Tonidandel, Ita Kirsch, Ivana Werner, Laércio de Menezes, Leandro Facchini, Leonardo Kerkhoven, Marcelo Filimberti, Marcelo Leal, Nattan Carvalho, Paulo Mello, Pedro Antônio Heinrich, Rafael Karam, Rogerio Fritsch, Sílvia Dornelles, Wanderlei Oliveira e William K. Clavijo.

A exposição conta com o apoio do Armazém da Impressão, Café do Margs e Correios.

Serviço:

Exposição fotográfica Desenhos com Luz
Curadoria e organização: Fábio André Rheinheimer
Abertura: 13 de abril, às 11h
Visitação: 14 abril a 12 de maio
Horário: das 10h às 18h, de terça a sábado e das 13h às 17h, aos domingos
Local: Espaço Cultural Correios Porto Alegre
Endereço: Av. Sete de Setembro, Nº1020 – Praça da Alfândega – Porto Alegre (RS)
Entrada franca

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Selo celebra os 100 anos da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Exército

Nesta sexta-feira (5), os Correios lançaram selo personalizado alusivo aos 100 anos da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO), conhecida carinhosamente como “A Casa do Capitão”. Ao longo de sua história, a escola tática militar formou mais de 30 mil oficiais brasileiros e mais de mil oficiais das nações amigas do país.

O lançamento filatélico foi realizado na própria EsAo, no Rio de Janeiro, e contou com a participação do presidente dos Correios, o general de Exército Juarez Cunha; do embaixador da França no Brasil, Michel Miraillet; do comandante da Escola, general de Brigada Marcos de Sá Affonso da Costa; além de convidados e autoridades civis e militares.

Em seu discurso, Juarez Cunha destacou a satisfação de celebrar, em 2019, os 100 anos da EsAO e também os 50 anos dos Correios como empresa. “Os Correios e o Exército têm um grande ponto em comum: a integração nacional. A nossa empresa está presente em todos os 5.570 municípios do país, ou seja, em várias localidades somos a única representação do Estado. E a força terrestre, da mesma forma, é um braço do Governo Federal e contribui para a garantia da soberania nacional com unidades em toda a nação”, pontuou o presidente dos Correios.

Durante a cerimônia, o general de Exército Gleuber Vieira, antigo ministro do Exército e antigo comandante da EsAO, foi convidado pelo presidente dos Correios para a primeira obliteração do selo comemorativo. Em seguida, foram chamados à mesa o general de Exército Enzo Martins Peri, antigo comandante do Exército; o general de Exército Luiz Gonzaga Schroeder Lessa, antigo comandante militar do Leste; o general de Exército Renato Cesar Tibau da Costa, antigo chefe do Estado-Maior do Exército e antigo comandante da EsAO e, para encerrar a série de obliterações, o Capitão Pedro Alvim, capitão-aluno da instituição e oficial mais distinto da turma de 2010 da AMAN (Academia Militar das Agulhas Negras).

Após a obliteração, foi realizado o lançamento do quadro Giro do Horizonte II, que, assim como a obra número I, é de autoria do coronel Pedro Paulo Cantalice Estigarríbia.  Chargista, ilustrador e pesquisador minucioso, que ao longo de sua vida tem se dedicado a expressar em telas os principais personagens e os fatos mais marcantes da história do Exército, o coronel Estigarríbia aproveitou a ocasião para fazer uma breve explanação sobre a obra.

Em seguida foi a vez do comandante da EsAO, o general de brigada Marcos de Sá Affonso da Costa, cumprimentar os convidados e agradecer, em especial, a disponibilidade dos Correios e do coronel Estigarríbia em representarem o centenário da instituição.

Sobre o selo – Composto por elementos símbolos do nosso país, o selo traz a bandeira nacional e o Ipê Amarelo, árvore que quando floresce forma uma massa amarela com suas flores, lembrando a bandeira nacional.

Já a vinheta, parte destinada a impressão comemorativa, traz a inscrição: “Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais – Um Século Aperfeiçoando Oficiais do Brasil e das Nações Amigas – (1919-2019)”.

A folha filatélica do centenário da EsAO conta com 12 selos de 12 vinhetas, que juntas formam o selo personalizado. As dimensões do selo são de 30 mm x 40 mm e o seu processo de impressão é feito em offset onde a imagem da matriz é transferida para um rolo de impressão e somente depois é transferida para o papel. O tipo de papel usado é o cuchê gomado e sua produção é feita pela Casa da Moeda do Brasil.

 

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