Correios por um mundo melhor: tendências globais de sustentabilidade para além do papel

Transformar intenções em práticas do dia a dia é comprometimento. Em 2016, foi isso que moveu os Correios em suas ações de promoção dos dez princípios do Pacto Global. No último ano, apesar da crise econômica e da própria crise interna, a empresa investiu em seu Programa Diversidade, Inclusão e Direitos Humanos, esforçou-se para ampliar a inclusão social, atuou na megaoperação logística dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos e, para ser mais do que a estrutura nos bastidores dos eventos, manteve seu tradicional apoio na formação de cidadãos e atletas por meio do patrocínio ao esporte.

Como parte de suas ações, a empresa também patrocinou a cultura, além de difundi-la em suas próprias unidades culturais espalhadas pelo país. Nem por isso deixou de olhar para o cotidiano das pessoas: aumentou a acessibilidade em várias unidades de atendimento e fortaleceu seu papel institucional de agente de integração nacional, através da universalização dos serviços postais.

Todos sonham com um mundo melhor — mais justo, equilibrado e sustentável — mas ele não vai se tornar realidade apenas em função de comerciais encantadores. O impacto de todas as atividades realizadas hoje interfere nesse futuro. Tudo o que é entregue na sua porta cobra um preço. E depende de todos olhar a longo prazo, além do que se vê.

Hoje, o Pacto Global é a maior iniciativa voluntária de cidadania corporativa do mundo, com cerca de 13 mil signatários. O Brasil é a quarta maior rede local e a maior rede das Américas, com mais de 700 signatários, representados pela Rede Brasil. Todos os participantes do Pacto Global da ONU comprometem-se a implementar os 10 Princípios, por meio da integração às suas estratégias de negócio e operações diárias. E, anualmente, o avanço de cada um dos signatários em suas iniciativas deve ser apresentado no relatório denominado Comunicação de Progresso do Pacto Global.

A advogada Beatriz Carneiro, secretária executiva da Rede Brasil, explica que as empresas são um vetor de transformação da sociedade. Donas de enormes áreas de influência, que vão de empregados a fornecedores, elas têm o poder de maximizar os resultados alcançados pelas ações em prol da sustentabilidade. Por isso, quando uma empresa grande provoca uma transformação, traz um novo modo de fazer negócio de forma mais sustentável e acaba influenciando todo o mercado onde atua.

A executiva da Rede Brasil destaca que os Correios sempre se dispõem a dividir com as demais empresas seus cases de sucesso. “É muito importante que uma empresa do porte dos Correios esteja sempre alinhada às tendências globais de sustentabilidade, além do acesso a um grande público, que pode sensibilizar por meio dos 10 princípios do Pacto Global e da agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, destacou.

O chefe do Departamento de Relações Institucionais e Comunicação dos Correios, Alexandre Case, reforça o importante papel dos Correios – uma instituição tricentenária – nas ações de sustentabilidade. Confira no vídeo abaixo:


Os Correios integram o Pacto Global desde 2012. A ação é promovida pela Organização das Nações Unidas entre empresas diversificadas da economia e que buscam um modelo de desenvolvimento sustentável, junto com a redução das desigualdades sociais e a preservação dos recursos naturais do planeta.

No entanto, essa é apenas a vertente recente de um histórico de ações que demonstram a preocupação dos Correios com a sustentabilidade das suas atividades. Em 2013, foi lançado o Sistema de Gestão Ambiental dos Correios (SGAC), que tem a realização de Inventários Corporativos de Emissão da Gás Carbônico (CO2) como uma das suas mais importantes ações.

Por meio de diversas iniciativas para a promoção da sustentabilidade, segundo dados mais recentes do Inventário Corporativo, de 2013 até 2015 a empresa conseguiu diminuir de aproximadamente 538 mil toneladas de CO2 produzidas por suas atividades postais para cerca de 481 mil toneladas de CO2. Uma redução de 56,9 mil toneladas do CO2.

Essa diminuição foi resultado do compromisso que a empresa assumiu de reduzir em 20% a emissão de CO2 entre 2013 e 2025. E mostra que a empresa já havia conseguido reduzir em 10,59% sua emissão.

Apenas a atividade de ir e vir de casa para o trabalho dos 125 mil empregados dos Correios emitiu na atmosfera, em 2015, em torno de 77 mil toneladas de CO2. O que equivale dizer que a economia conseguida pela empresa neutralizou 74% da pegada de carbono gerada apenas no deslocamento dos empregados no ano de 2015, ou o equivalente à emissão gerada pelo deslocamento de aproximadamente 92 mil empregados.

Mas essa não é a única forma de reduzir a emissão de CO2. Também foi reduzido o consumo de energia elétrica na empresa: em 2015, esse consumo era de 264 milhões de kWh. Graças a diversas ações implementadas na busca da eficiência energética, em 2016 esse consumo caiu para 254 milhões de kWh. O que gerou a emissão de 20,78 ton. de CO2 no último ano, contra a emissão 32,44 ton. de CO2 em 2015.

Os Correios também trabalham para reduzir o impacto gerado diretamente nas localidades onde atuam – hoje, já são mais de 6 mil bicicletas usadas em sua frota por todo o país na entrega de correspondência na etapa final de suas rotas. Além disso, há o incentivo para a criação de bicicletários nas unidades, tanto pelas áreas operacionais quanto administrativas. E, desde 2007, por meio do trabalho voluntário de seus empregados, a empresa já plantou 158 mil mudas de árvore.

Com o passar do tempo, compreendeu-se que a luta pela sustentabilidade ambiental é disputada em várias frentes, por isso o serviço de entrega de objetos e correspondências realizado pelos Correios também vem treinando seus motoristas a respeito da manutenção preventiva e da condução econômica: para se ter uma ideia, um pneu calibrado de forma correta gasta 5% menos combustível no fim da entrega.

A empresa também apoia a inovação e o desenvolvimento de tecnologias limpas e testa, rotineiramente, veículo elétricos em suas rotas de entrega para avaliar seus desempenho e a economia gerada.

Para entender o impacto ao meio ambiente que uma frota de veículos gera ao planeta, em Brasília, no ano de 2016, metade da poluição do ar da cidade foi emitida pelos veículos motorizados que circularam na cidade, segundo dados do Governo do Distrito Federal.

A presença dos Correios em todo o Brasil e a sua capacidade logística contribuem para o desempenho do seu papel institucional de agente de integração nacional. Além disso, a vocação social, a meta de universalização dos serviços postais e a inclusão bancária com a criação do Banco Postal transformam a empresa em um dos principais atores nacionais de políticas públicas e ações de responsabilidade social.

Um exemplo do seu papel de agente de integração nacional foi o apoio ao Governo Federal, que deu início em janeiro de 2016 à mobilização nacional para enfrentar o aumento da microcefalia no país e para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, do vírus Zika e da chikungunya.

Foram distribuídos em todo o país 63.045.317 objetos. A empresa foi responsável pelo planejamento que viabilizou o recebimento, encaminhamento e distribuição, de forma rápida, dos panfletos cuja entrega por estado foi definida segundo a quantidade de municípios. Além disso, os Correios também receberam cerca de 40 milhões de filipetas e 3,2 milhões de cartazes para entrega nas salas estaduais de controle indicadas pelo Ministério da Saúde.

Dentro da empresa, mais de 97 mil empregados foram capacitados no próprio local de trabalho quanto às formas de prevenção ao mosquito Aedes aegypti, em 4.385 unidades espalhadas em 2.431 cidades.


Os Correios promoveram a sustentabilidade nos Jogos 2016 em duas frentes: como patrocinador e como operador logístico. O patrocínio incluiu um amplo portfólio de ações sociais e ambientais. Na logística, as práticas da Coleta Seletiva Solidária foram estendidas aos locais de armazenamento dos materiais e equipamentos dos jogos. Foram doadas 184 toneladas de papel/papelão e 81 toneladas de plástico a cooperativas de materiais recicláveis gerando emprego e renda para centenas de pessoas.

Vale ressaltar que a empresa, no patrocínio esportivo, não contrata projetos sociais: seus patrocínios resultam em contrapartidas aos contratos feitos com as confederações de Tênis, Esportes Aquáticos e Handebol, que se refletem em ações socioeducacionais e ambientais.

Assim, a seleção dos projetos sociais é de responsabilidade das confederações patrocinadas e os Correios avaliam as propostas com base nas diretrizes definidas em sua Política de Patrocínio, alinhada às ações governamentais.

Na interação com as Confederações, a empresa busca aprimorar os projetos sociais, com base nas orientações de governo para desenvolvimento das políticas sociais, visando ampliar seu resultado e alcance.

Em 2016, por meio de contrapartidas sociais aos contratos de patrocínio esportivo firmados com as Confederações de Tênis, Desportos Aquáticos e Handebol, promoveu-se a inserção social de 3.955 crianças e adolescentes de baixa renda.

O número de crianças atendidas pelos projetos sociais das Confederações é utilizado para que a negociação de futuros projetos seja aprimorada e ampliada, além de fortalecer a atuação social dos Correios e aumentar o retorno à sociedade.

Os Correios patrocinaram 17 projetos, onde foram investidos quase R$ 6 milhões em 2016. A empresa também possui nove unidades culturais com entrada gratuita, onde foram promovidos 74 projetos de vários segmentos (patrocinados e não-patrocinados). São locais dedicados à arte e acostumados a receber grandes atrações, mas que dão preferência a artistas dessas cidades, além de representaram espaços para formação de plateias em áreas como artes visuais, música, artes cênicas e humanidades. Além do Museu Correios em Brasília, que cumpre seu papel de preservar a história da empresa, mas realiza outras exposições.

Centro Cultural Correios no Rio de Janeiro. O Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro, inaugurado há 25 anos, é a unidade mais antiga. Vale destacar que os Correios são a única estatal que possui centros culturais fora das capitais (Niterói e Juiz de Fora).

Em 2014/2015, o edital para patrocínio cultural foi de R$ 12 milhões. Em 2016, esse valor caiu para menos da metade. E desde novembro, a área trabalha com orçamento zero nas unidades culturais. Para superar esse período os Correios lançaram edital para uso do espaço.

Apesar do corte no patrocínio das unidades culturais no último ano, os projetos foram mantidos. Há o entendimento, por artistas, que é bom expor nas unidades culturais da empresa. Foi isso que permitiu aos Correios continuarem a levar programação cultural de qualidade à população: mais de 400 mil pessoas foram às unidades. Cerca de 12 mil alunos de instituições públicas de ensino e pessoas em situação de risco social participaram de visitas guiadas, incluindo transporte e lanche, como contrapartida social dos patrocínios.


Sem fórmulas concretas para impedir que a violência ocorra, é preciso preveni-la. Pode ser um simples desentendimento. Ou um conflito que não foi tratado e se agrava até culminar em assédio. O processo de prevenção ao conflito começou nos Correios em 2012, com a constituição de um grupo de trabalho com foco na prevenção ao assédio moral.

Em 2015, e mais intensamente em 2016, a empresa começou o processo de mediação de conflitos. Até então, cada regional aplicava formas diferentes de resolver essas situações e muitas não eram nem registradas.

Dentro da empresa, a maior parte delas começou a ser tratada pelos grupos de trabalho, que têm prazo de ação. Mas tudo que envolve a prevenção ao assédio deve ultrapassar a dimensão da empresa. Envolver a família, a sociedade. Considerados os públicos dos programas sociais dos quais a empresa participa, como o jovem aprendiz, o estagiário, a pessoa com deficiência e os reeducandos do sistema prisional, todos levam reflexos dessas ações aos ambientes nos quais estão envolvidos.

Para disseminar e promover a assimilação da cultura da diversidade e da inclusão, a empresa realiza várias ações, como fóruns/debates/seminários/palestras nas regionais, vinculadas aos temas e que incluem Direitos Humanos, como o Fórum de Diversidade e Direitos Humanos; o Mês da Consciência Negra; e a Semana de Reflexão sobre Violência no Trabalho, descritos no Princípio I (Respeitar e apoiar os direitos humanos reconhecidos internacionalmente na sua área de influência).

Como forma de aprimorar e tratar adequadamente casos de violência no ambiente de trabalho, em 2016 os Correios implantaram um novo desenho para o processo de tratamento de denúncias de assédio moral, assédio sexual e discriminação dentro da empresa. Por meio desse novo modelo, empregados, jovens aprendizes e participantes de programas sociais passaram a poder acessar diretamente o canal de denúncias da ouvidoria, informando situações em que se sintam assediados ou discriminados.

Quando uma denúncia ocorre, o grupo multiprofissional realiza procedimentos preliminares e encaminhamento médico e/ou psicossocial, além de avaliar e encaminhar, caso haja necessidade de mediação de conflito. O tratamento adequado aos casos de violência no trabalho legitima o valor “Respeito às Pessoas”, fortalece a identidade corporativa dos Correios, por meio de tratamento justo à força de trabalho, respeitando a diversidade de gênero, raça, geração e orientação sexual e coibindo a prática de condutas que caracterizam violência e discriminação no ambiente laboral.

Outra ação que vem sendo realizada é a Semana de Reflexão sobre a Violência no Trabalho, que abrange a questão da discriminação, do assédio e até de outras modalidades de violência, como a violência verbal. A ação tem o objetivo de fomentar a reflexão sobre a temática da violência e todas as formas de discriminação no trabalho e sensibiliza o público interno para a importância de se promover a cultura de paz e da não violência no ambiente corporativo.

Com o tema “Assédio moral, assédio sexual e outras formas de violência no ambiente de trabalho”, foram realizadas ações, como campanha de comunicação corporativa, fóruns temáticos, oficinas, ciclo de palestras, rodas de fala, entre outras, que contaram com 2.817 participações em Brasília e demais unidades da federação.

Em 2016, a empresa realizou ainda oficinas para as setores que trabalham com o recebimento de denúncias pelas áreas jurídicas e até uma oficina sobre comunicação não violenta, direcionada a gestores da Administração Central da empresa. A empresa também produziu um Treinamento no Local de Trabalho (TLT) sobre Assédio Moral e Assédio Sexual visto por mais de 50 mil empregados da empresa. Oficinas com jovens aprendizes também introduziram o tema “Diversidade, Inclusão e Direitos Humanos”.

Com o objetivo de assimilar à cultura da empresa as dimensões de gênero, raça e etnia, idade e pessoas com deficiência para superação das desigualdades, redução de preconceitos e eliminação das discriminações no ambiente corporativo de trabalho, os Correios criaram um programa capaz de materializar valores como sustentabilidade e respeito às pessoas. Estruturado em 4 eixos temáticos, ele abrange a Promoção da Equidade de Gênero e o Enfrentamento ao Sexismo; a Prevenção da Violência no Trabalho e a Promoção da Cultura de Paz; a Valorização da Diversidade e os Direitos Humanos e a Promoção da Equidade Racial e o Enfrentamento ao Racismo.

Em 2016, os Correios realizaram ações vinculadas aos seguintes eixos temáticos do Programa:

No ano passado, uma das atividades dos Correios foi o levantamento das unidades que dispõem de itens de acessibilidade. A empresa tem investido continuamente em adaptações básicas de acessibilidade e de ergonomia na sua rede de agências próprias. Essas necessidades são identificadas a partir do atendimento à legislação e às normas técnicas relacionadas a edificações, espaços e equipamentos urbanos.

Uma das principais dificuldades dos Correios é a quantidade de imóveis em todo o país. Muitas dessas unidades não comportam as mudanças necessárias por questões técnicas. Hoje, todo prédio novo, tanto das unidades próprias quanto terceirizadas, deve atender uma série de requisitos de acessibilidade.

Além de melhorar o acesso dos clientes às agências a empresa busca ampliar os serviços oferecidos.Um exemplo é o Serviço Postal Braille, que faz a transcrição de mensagens em escrita comum (digitadas ou manuscritas) para o braille e vice-versa.

Essas necessidades são identificadas a partir do atendimento à legislação e às normas técnicas relacionadas a edificações, espaços e equipamentos urbanos.

A Central de Atendimento dos Correios (CAC) também passou a atender clientes portadores de deficiência auditiva por meio de um número telefônico exclusivo. Os usuários podem obter informações sobre produtos e serviços ou registrar manifestações. As ligações podem ser efetuadas a partir de um Terminal Telefônico para Surdos (TTS).

Em 2016, destaca-se, ainda, o desenvolvimento de dois aplicativos para dispositivos móveis, os quais proporcionaram benefícios socioambientais. O uso de um aplicativo de recursos humanos, desenvolvido em alinhamento às recomendações do Governo Federal e disponibilizado para consulta no Portal dos Correios, eliminou a impressão de 117 mil contracheques.

Já o aplicativo dos carteiros possibilita que estes profissionais atualizem, em tempo real, o status de entrega das encomendas, o que permite ao cliente o acompanhamento. Usado em caráter piloto, em São Paulo, Paraná, Distrito Federal e Goiás, o app deverá suprimir a impressão de 120 mil páginas de papel impresso por dia, com economia de papel, toner e energia. Essa iniciativa foi finalista no 20º Concurso de Inovação na Gestão Pública da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP).


Os Correios sabem que têm um papel, aqui e agora, para que o futuro que se quer, torne-se uma realidade. Por essa razão, e como integrante do Pacto Global, a empresa busca gerenciar seu crescimento de maneira responsável, aliando estratégias e ações de modo que sejam atendidos os interesses e as preocupações de todas as partes interessadas, incluindo empregados, consumidores, organizações, empresas e a comunidade.

Ciente de suas responsabilidades sociais e empresariais, os Correios têm o compromisso de promover, continuamente, medidas e ações voltadas ao aprimoramento de seu desempenho ambiental, observando os princípios de desenvolvimento sustentável e de proteção ao meio ambiente. O que se consegue por meio do uso de tecnologias, métodos e processos considerados limpos, seguros e economicamente viáveis – mas que também passa pela conscientização do papel de cada um nesse processo.


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2 respostas a Correios por um mundo melhor: tendências globais de sustentabilidade para além do papel

  1. Odacir Marcos Bernardi disse:

    Gostaria de saber quando vão trocar os Ar Condicionados da minha unidade, eles são extremamente antigos, e o que gasta em energia elétrica, só um dos 7 existentes abasteceria todo o prédio com aparelhos modernos. O que também eliminaria o barulho que se torna insustentável durante todo o expediente, portanto, peço que se realmente queremos sair do discurso para a prática que disponibilizem um técnico para fazer a medição da energia, do ruído e certamente até o nível de partículas poluentes é maior que o normal.
    Saliento que até em relatório da CIPA já consta tal situação, que já vem de muitos anos.
    AC CAXIAS DO SUL – RS

  2. MoraesBraga disse:

    Realmente as empresas tem que andar em comunhão com as novas tecnologias, renovar é preciso.
    Dra. Beatriz Carneiro é uma referencia no Direito Internacional.
    Parabéns

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